O azul é uma cor cheia de segredos na sua história. Conheça aqui algumas muito curiosas 🙂
As cores de Pompeia
Visitar as ruínas de Pompeia foi uma das experiências mais bacanas que tive o privilégio de viver, como já contei aqui. E não estava preparada para a profusão de cores nas paredes e nos pisos. Pensa que isso tem mais de 2000 anos! Como é que pode?
Prepare seus olhos e derreta-se como a lava fez ao passar por essas belezas…
Dez dias de encher os olhos: parte 6 [Capri e Península Sorrentina]
A Península Sorrentina e a ilha de Capri foram as surpresas mais agradáveis da viagem. Veja por que.
Dez dias de encher os olhos: parte 4 [Vulcão Vesúvio]
O Vesúvio é, atualmente, o único vulcão da Europa Continental ainda em atividade (os outros na ativa ficam nas Ilhas de Sicília e Stromboli). Pois a gente tirou um dia para conhecer a famosa cratera…
Dez dias de encher os olhos: parte 3 [Costa Amalfitana]
A Costa Amalfitana compreende o litoral italiano ao redor da cidade de Amalfi, no estado da Campania. Patrimônio cultural da humanidade, vale a pena conhecer. Veja as fotos.
Dez dias de encher os olhos: parte 2 [Verona]
Verona, a cidade do meu bisavô, é linda!
Inovação: quando voar não basta
Essa semana a Amazon surpreendeu o mundo com mais uma inovação: a entrega de encomendas usando drones. Na verdade é só um teste, e a previsão, segundo a BBC, é que o serviço esteja disponível em 5 anos. Para a maioria das pessoas, isso é quase um passeio pelo futuro, mas, para mim, tem um quê de volta ao passado.
A medida do mundo
“Die vermessung der Welt”, de Daniel Kehlmann, conta a história do encontro de dois dos maiores gênios que a Alemanha gerou: Alexander von Humboldt e Carl Friedrich Gauss.
Olha o bonde!
Passeio encantador e surpreendente por uma cidade bem pequenininha que fica nos arredores de Berlin chamada Woltersdorf.
Museu das coisas
O “Museum der Dinge” é uma verdadeira aula de história do design, pois uma parte importante do acervo vem de objetos criados pelos integrantes do movimento Deutscher Werkbund, nascido em Berlin em 1907.
Os banhos de Carlos
Lá pelos idos de 1350, o rei Carlos IV, chefão do sacro império romano-germânico, estava dando umas bandas pela região da antiga boemia quando se deparou com um lugar cheio de fontes termais. Sabe-se lá de onde ele tirou a ideia de que aquelas águas eram curativas e resolveu fundar uma cidade para poder melhor desfrutar dos vários benefícios líquidos. Humilde como sói aos imperadores serem, o tiozinho se auto-homenageou chamando a cidade de Karlsbad (Termas ou banhos termais de Carlos, em alemão), ou Karlovy-Vary, na versão tcheca.
Correndo da morte
Li “Beat the reaper” (Josh Bazell) por indicação do Conrado, que tinha gostado muito. Traduzir o título é bem difícil; coloquei “correndo da morte” para capturar o sentido de desafiá-la e tentar ganhar dela, mas não cabe como tradução literal.
