Alemão para debochados 3: nomes e sobrenomes

Antes de ter praticamente meu dia todo tragado por essa língua de bárbaros, nunca tinha pensado muito a respeito dos nomes e sobrenomes e seus significados traduzidos. Em português tem vários engraçados e em inglês a gente entende a maioria, mas agora comecei a prestar atenção nos nomes e sobrenomes alemães. Dá para se divertir um bocado, quer ver?

A melhor parte

Fala sério, você já tinha reparado que a melhor parte de quase tudo sempre fica para o fim da experiência? Pois os economistas sociais já. E, segundo o excelente artigo do consultor Henry King no Co.Design, se você teve férias sensacionais, mas o último dia foi um desastre, é a tragédia que vai ficar na lembrança. Por outro lado, se a balada estava um tédio, mas você ganhou uma carona para casa com aquele que se tornaria o grande amor de sua vida, a lembrança da festa nem vai ser tão ruim assim. Fato.

Mais ideias impossíveis

Fazia um tempo que eu não postava ideias impossíveis (olha ali na nuvem de categorias; tem até uma específica para isso); tudo começou com esse post aqui. A questão é que quando se fala em inovação, esse exercício é bem importante para manter os músculos da criatividade em forma.

Então vamos parar de enrolação e partir para as 3 ideias impossíveis da semana (tem que recomeçar devagar, estou bem enferrujada)…

O órgão e o saxofone

Sabe de onde vem a palavra digital? Vem do latim digitus, que em bom português é dedo, desses que você tem 5 em cada mão. Antes da palavrinha cair na boca do povo, era tudo analógico, o que quer dizer que as ondas elétricas que mostravam a variação da grandeza no tempo eram análogas à natureza do negócio a ser medido.

Luxo usado

Como eu já tinha comentado por aqui, o quente aqui são as coisas de segunda mão. Com roupas não é diferente. Pessoas realmente descoladas e que ditam tendências, não se vestem nas H&M, Zara e C&A da vida (como eu); nem nas Gucci ou Prada (isso é para turistas). Elas querem coisas diferentes; então vão nos brechós.

Tem muita roupa para vender nos flohmärkte, mas nos brechós é que a coisa esquenta mesmo. Tem os exclusivos, especializados em peças vintage (bem caros, por sinal) e os mais populares. A rede Humana tem 13 lojas em Berlin (e mais meia dúzia em outras cidades), mas a top mesmo é a da Torstraβe, com 5 pavimentos!