A viagem à Itália está rendendo. Mas era coisa linda demais para postar de uma vez só. Agora temos uma seleção de pisos bacanas que vão desde as ruínas de …
Dez dias de encher os olhos: parte 6 [Capri e Península Sorrentina]
A Península Sorrentina e a ilha de Capri foram as surpresas mais agradáveis da viagem. Veja por que.
Dez dias de encher os olhos: parte 5 [Pompeia]
Visitar Pompeia foi uma das coisas mais emocionantes que já fiz na vida. Veja por que.
Dez dias de encher os olhos: parte 3 [Costa Amalfitana]
A Costa Amalfitana compreende o litoral italiano ao redor da cidade de Amalfi, no estado da Campania. Patrimônio cultural da humanidade, vale a pena conhecer. Veja as fotos.
Dez dias de encher os olhos: parte 2 [Verona]
Verona, a cidade do meu bisavô, é linda!
Dez dias de encher os olhos: parte 1 [Lago di Garda]
Passamos pouco mais de uma semana viajando e, como sempre, foi uma delícia. Como é inverno e teríamos que atravessar os Alpes, não dava nem para pensar em ir de moto. Então alugamos um carro com bancos quentinhos e fomos para a estrada.
Veja onde piso: ruas e calçadas
As versões anteriores dessa seção eram em pisos internos caprichados e aí a pessoa pode pensar: grandes coisas, com pisos lindos assim até eu. Mas também dá para ver lindezas em calçadas e ruas comuns, olha só!
Fachadas estampadinhas
Como faz bem para os olhos estar caminhando por uma rua e ver fachadas ousadas, cheias de ideias e estampas! Olha essas aqui que encontrei nas minhas andanças…
Stuttgart
Stuttgart tem 500 mil habitantes e é famosa por suas indústrias (Mercedes, Porsche, Bosch, etc) e universidades técnicas.
Lendo laranjas
A sala de leitura da Biblioteca Nacional da Alemanha foi recém inaugurada, olha só que linda que ficou!
Museu das coisas
O “Museum der Dinge” é uma verdadeira aula de história do design, pois uma parte importante do acervo vem de objetos criados pelos integrantes do movimento Deutscher Werkbund, nascido em Berlin em 1907.
Os banhos de Carlos
Lá pelos idos de 1350, o rei Carlos IV, chefão do sacro império romano-germânico, estava dando umas bandas pela região da antiga boemia quando se deparou com um lugar cheio de fontes termais. Sabe-se lá de onde ele tirou a ideia de que aquelas águas eram curativas e resolveu fundar uma cidade para poder melhor desfrutar dos vários benefícios líquidos. Humilde como sói aos imperadores serem, o tiozinho se auto-homenageou chamando a cidade de Karlsbad (Termas ou banhos termais de Carlos, em alemão), ou Karlovy-Vary, na versão tcheca.
