O bom de morar numa cidade turística é que ela é cheia de hoteis com tapetes bacanas. Pois eu não me fiz de rogada e, com jeitinho, fiz minha coleção. Olha que luxo!
Veja onde piso: mosaicos
A coleção de hoje é do chão da Kaiser-Wilhelm-Gedächtniskirche, que foi parcialmente destruída na guerra e acabou ficando em ruínas para que as pessoas não se esqueçam o horror que é isso.
Fachadas estampadinhas
Como faz bem para os olhos estar caminhando por uma rua e ver fachadas ousadas, cheias de ideias e estampas! Olha essas aqui que encontrei nas minhas andanças…
Lojinhas curiosas: para amantes do cinema
Essa lojinha em Charlottenburg é uma graça; cheia de bugigangas empoeiradas, guarda tesouros dos fãs do cinema. Tem tudo quanto é tipo de objeto relacionado à sétima arte, de fitas de vídeo cassete a fotos de galãs e mocinhas; de filmadoras jurássicas a bonequinhos promocionais.
1600 fofuras
Ontem a praça em frente à estação principal de trens de Berlin, a Hauptbahnhof, amanheceu forrada com 1600 pandas de fibra. A ação comemora os 50 anos da WWF e vai percorrer 25 cidades alemãs.
Stuttgart
Stuttgart tem 500 mil habitantes e é famosa por suas indústrias (Mercedes, Porsche, Bosch, etc) e universidades técnicas.
Lendo laranjas
A sala de leitura da Biblioteca Nacional da Alemanha foi recém inaugurada, olha só que linda que ficou!
Lojinhas curiosas: brechó especial
O que mais tem aqui e Berlin é brechó; o povo adora! A ideia é que roupa que tem nas lojas de varejo qualquer um pode comprar, é só ter dinheiro.
Museu das coisas
O “Museum der Dinge” é uma verdadeira aula de história do design, pois uma parte importante do acervo vem de objetos criados pelos integrantes do movimento Deutscher Werkbund, nascido em Berlin em 1907.
Os banhos de Carlos
Lá pelos idos de 1350, o rei Carlos IV, chefão do sacro império romano-germânico, estava dando umas bandas pela região da antiga boemia quando se deparou com um lugar cheio de fontes termais. Sabe-se lá de onde ele tirou a ideia de que aquelas águas eram curativas e resolveu fundar uma cidade para poder melhor desfrutar dos vários benefícios líquidos. Humilde como sói aos imperadores serem, o tiozinho se auto-homenageou chamando a cidade de Karlsbad (Termas ou banhos termais de Carlos, em alemão), ou Karlovy-Vary, na versão tcheca.
Favela alemã?
Lembro até hoje da primeira vez que, de dentro de um trem, avistei um Kleingartenverein (também conhecido como Schrebergarten). Era final de outono e o lugar parecida uma favela; um terrenão cheio de tralhas e construções estranhas. Aliás, eram vários lotezinhos com barracos de madeira, sempre separados por cercas e com muito mato em volta.
Linda, uau!
O nome da estação de metrô da vez é Lindauer Allee e esse nome não é à toa não; é a estação mais linda que já vi em Berlin.
