Nuremberg tem mais de 1000 anos e a cidade antiga ainda é toda fortificada, isto é, ainda tem os muros, as torres e os fossos que a protegem. Hitler escolheu o lugar como a sede dos seus comícios onde insuflava a juventude nazista no ódio contra judeus, negros e homossexuais. A estação de trem (que hoje tem conexão com o metrô) carrega um fardo triste: foi onde mais judeus foram embarcados para campos de concentração ou deportados. Teve um dia que foram mais de 1000 (nossa, só de imaginar a cena já me dá arrepios).
O homem que fazia a pedra sentir
Que os noruegueses amam esculturas é coisa que não se duvida; todos os parques da cidade têm as suas e são lindas. Mas Vigeland é seu artista mais famoso, respeitado e prolífico. Aluno de Rodin, Gustav ganhou da prefeitura da cidade um atelier e condições para trabalhar em troca de todas as obras que produzisse dali em diante (nessa época ele já era referência em sua área). Ele mesmo desenhou o projeto monumental do parque de esculturas contendo um monolito de granito de 14 metros (212 figuras humanas entalhadas) e um total de 212 esculturas (58 de bronze e o resto de granito).
Oslo
É certo que a percepção que a gente tem da cidade tem relação com o clima; para a gente, que tinha vindo de uma semana praticamente sem ver sol, foi como uma dádiva, literalmente vinda dos céus. O dia em Oslo é só um pouquinho mais curto do que em Berlin nessa época do ano, de maneira que chegamos às 4 da tarde e já era quase noite. Mas em compensação, tínhamos o dia seguinte quase todo para explorar a cidade e ganhamos o sol mais lindo do mundo de presente de ano novo!
O barco e a aurora
Impressionante o que dá para viver de experiências únicas em apenas 7 dias, mas duas coisas marcaram a minha história a partir dessa viagem: a visão, mesmo que rápida, da aurora boreal, e a visita ao Vigeland Park em Oslo.
O outono de Praga
Pense numa cidade linda. Agora multiplique por 10. Eleve ao cubo. O resultado é a capital da República Tcheca. Sério; nunca vi uma cidade tão linda na vida!
Street art: mais moças
Apesar dos temas serem bem variados, parece que as mulheres exercem fascínio sobre os artistas de rua; é bem fácil achar motivos femininos nas ruas de Berlin.
Museu do filme e da televisão
Faz algumas semanas visitei o Museum für Film und Fernsehen, que fica na Potsdamer Platz (qualquer dia falo sobre esse lugar bem especial na história da cidade). O museu ocupa o terceiro e o quarto andares de um prédio comercial e não é muito grande. Ele conta basicamente a história (com ênfase na fase áurea) do cinema alemão e alguma coisa sobre a televisão também.
Uma ópera dentro d'água
Ontem à noite fui num evento mais que inusitado: uma ópera encenada dentro de uma Stadtbad, ou seja, numa das muitas piscinas públicas de Berlin.
Dragões gigantes
Ontem foi o dia da pandorga (ou pipa, ou papagaio, como queiram) aqui em Berlin. No ex-aeroporto de Tempelhof aconteceu o primeiro festival de pandorgas gigantes, o Festival der Riesendrachen (pandorga em alemão se chama drachen, ou dragão). Segundo os organizadores, algumas peças chegavam a 40 metros de comprimento!
Estação tipográfica
Continuando a série sobre estações de metrô, olha só que bacana essa aqui: na Westhafen (U9), as artistas Françoise Schein e Barbara Reiter imprimiram letras e sinais tipográficos por toda a estação, fazendo experimentos variados com forma, agrupamento e alinhamento na composição. O texto usado é a Declaração Universal dos Direitos do Homem (traduzida para o alemão, claro).
Street Art: Crianças
Vou compartilhar mais algumas fotos de street art tiradas nas regiões do Mitte, Schönenberg e Prenzlauerberg. O tema dessa semana são as crianças. Deliciem-se…
Estações inspiradoras
Agora é a vez de conhecer mais duas estações de metrô de Berlin: Rohrdamm e Jungfernheide, ambas da linha U7 e construídas em 1980 pelo mesmo arquiteto, o alemão Rainer G. Rümmler.
