Os turcos dominaram Budapeste por 150 anos e sacramentaram os banhos públicos na cidade. Mas os romanos já tinham começado com a coisa no começo da era Cristã quando perceberam que Budapeste era rica em águas termais.
Para que não se percam mais Turings
Hoje aconteceu a Parada Gay aqui em Berlin, mais conhecida como Christopher-Street Day. O nome vem de uma rua de New York, onde, em 28 de junho de 1969, num bar chamado Stonewall, houve a primeira manifestação pública contra a homofobia. Com o tempo, vários países da Europa adotaram o final de junho para fazer a festa (o Brasil também).
Nesse ano, mais um motivo chama atenção para o fato: hoje é também o aniversário do nascimento de Alan Turing, precursor da informática e um dos maiores gênios matemáticos que a Inglaterra já produziu. Todo mundo que trabalha com informática já ouviu falar da Máquina de Turing, um protótipo de um dos primeiros computadores. Alan inventou o conceito de algoritmo e, além disso, era filósofo. Durante a Segunda Guerra Mundial ajudou os militares a decifrar os códigos criptografados dos nazistas com a máquina criada por ele chamada Enigma.

Quero ser rica
Reparando esse cenário em que a gente vive, de pessoas ensandecidas para trocar aparelhos em excelente estado de funcionamento, fico me lembrando de um conto de ficção científica que li há muitos anos e me impressionou muito.
Festival Internacional de design de Berlin
O International Design Festival Berlin 2012 aconteceu essa semana em um dos hangares do Tempelhof, um aeroporto construído em 1927 e desativado em 2008. O post mostra imagens da exposição.
Para comer direito
Estava passeando pelo site da Amazon e vi essa belezinha de capa dura, chamada “Food rules: an eater’s manual”, de Michael Pollan com ilustrações da Maira Kalman. Sério, o livro é tão lindo que se fosse sobre a produção de tampas de lapiseiras descartáveis no Afeganistão, teria comprado do mesmo jeito.
Extremamente alto; incrivelmente perto
Finalmente acabei de ler “Extremely loud & incredibly close”, do Jonathan Safran Foer. Que o autor é um sujeito extremamente inspirado e sensível, eu já tinha adiantado aqui, com uma amostra de frases brilhantes.
Superstição cidadã
A obra da vez é “The story factor: inspiration, influence, and persuasion through the art of storytelling”, de Annette Simmons.
A loira e o cadeado
Parece que não tenho sorte mesmo no meu relacionamento com cadeados (será que Freud explica?). Hoje fui na academia e tranquei tudo no armário. Passei no banheiro antes de começar a malhação e, quando vou lavar as mãos… a chave cai dentro do ralo da pia. Momentos de tensão e horror. E agora?
Enxame do charme
Todo ano, no dia primeiro de maio, é declarada a abertura oficial da temporada de Vespas nas ruas de Berlin (sim, aquelas lambretinhas charmosésimas). Aqui não tem aquelas CGs ou Titans feinhas; vai todo mundo de Vespa, esbanjando charme e glamour pela cidade (há motoboys sim, mas eles andam de bicicleta, vejam vocês).

De onde vêm as boas ideias
Essa é daquelas perguntas que valem um milhão, e Steven Johnson resolveu ser atrevido o suficiente para tentar respondê-la. Olha, preciso dizer: se ele não acertou, chegou muito perto. O sujeito pesquisou bastante e descobriu coisas muito interessantes.
Pode embrulhar pra viagem
Quem vende serviços como um dentista, um palestrante ou um advogado, não precisa se preocupar com a embalagem, já que vende coisas intangíveis, certo?
Aí é que boa parte desses profissionais erra feio. É que para serviços, que dependem basicamente da credibilidade que conseguem comunicar, as técnicas de convencimento e persuasão precisam ser muito mais sofisticadas. E para isso, é justamente a embalagem que vai ajudar.
Captchas do bem
Você sabia que uma pessoa gasta, em média, 10 segundos para responder um CAPTCHA e todo dia são mais de 200 milhões dessas coisas digitadas por esse mundão de meodeos? Pois é, faça as contas: 200.000.000 x 10 segundos de tempo perdido. São 64 anos de trabalho humano inteligente (que um computador não faz) jogados no lixo todo santo dia.
