Impressionante o que dá para viver de experiências únicas em apenas 7 dias, mas duas coisas marcaram a minha história a partir dessa viagem: a visão, mesmo que rápida, da aurora boreal, e a visita ao Vigeland Park em Oslo.
A aurora de 2013
Aurora é o período que antecede o nascer do sol, mas também pode significar começo, segundo o Dicionário Aulete. Semana que vem, vamos tentar ver justamente o nascimento de 2013 de dentro de um barco, e saber se seremos presenteados com a Aurora Boreal, fenômeno meteorológico que acontece somente no inverno na região acima do círculo polar ártico.

Para quem vai se arriscar…
A gestão de riscos é uma das disciplinas da área de conhecimento denominada Gestão de Projetos. Na minha opinião, devia ser ensinada no primeiro grau.
O painel semântico do crime
Assim como os brasileiros são apaixonados por novelas, os alemães têm verdadeira fixação por séries policiais. Na terra de Goethe, todas as livrarias têm pelo menos uma seção gigante chamada “Krimi”, que é como se chama a literatura policial por aqui. E, a exemplo das nossas novelas, que são referência mundial em qualidade, a expertise deles é em filmes que retratam situações onde um crime precisa ser desvendado (sim, aqui também tem novelas, mas são bem fraquinhas).
Pessoas na porta das lojas
Tem umas lojas que colocam manequins na porta para chamar a freguesia. Ou será que o objetivo é outro?
Sei não, dando uma olhada na minha coleção, o objetivo de colocar esses garotos-propaganda na calçada parece ser um mistério, nada a ver com atrair gente para comprar (até porque alguns são assustadores). Não sei você, mas eu adoro mistérios, principalmente os desse tipo.
Dá só uma olhada nessas figuras!
O cu do mundo
Há uns dias li uma matéria na Deutsche Welle sobre uma pesquisa que dizia que, ao contrário do resto do mundo, cujos xingamentos quase sempre têm conotação sexual, os alemães tem uma fixação por escatologia na hora de demonstrar indignação.
Uma princesa diferente
Estou gostando mesmo do que estão fazendo com as histórias infantis; vejo uma luz no fim do túnel para mudar a visão que as meninas têm do mundo estereotipado dos contos de fadas.
Vale a pena inovar a qualquer preço?
Boa parte das organizações esqueceu-se de um ponto essencial: inovação é um meio, não um fim. O fim é seduzir o cliente e fidelizá-lo; para isso há que se entregar valor. E, não custa lembrar, inovação desmedida nem sempre é percebida como valor.
As 7 diferenças
Acabei de chegar em casa e, cada vez mais, percebo as diferenças entre as cultura brasileira e alemã. A ideia não é fazer concurso para ver quem é melhor ou pior, apenas observar e refletir.

A síndrome do público em geral
O objetivo da marca é seduzir clientes e fidelizá-los. Não tem como seduzir todo mundo e as empresas devem colocar isso na cabeça de uma vez por todas! É preciso escolher quem se quer seduzir, estudar seu comportamento, entender o que é valor para esse público e descobrir, na sua própria essência, o que pode ser usado como base para um relacionamento duradouro.

Desastre genético
A identidade de uma empresa é sua essência, seu DNA. No caso de uma fusão ou aquisição, é imprescindível conhecer os atributos essenciais de todas as partes envolvidas. Quando alguns desses atributos se contradizem, significa que elas não são compatíveis e a transação está fadada ao fracasso.
Preciosas horas
Nossa, acabei de acompanhar uma discussão no Facebook que me deixou pasma. As pessoas estavam discutindo o preço que um palestrante cobra (conheço o moço apenas de nome e, pelos comentários, o valor é cerca de R$ 6 mil). Aí, uma professora universitária veio com essa: “Tudo isso por duas horas de trabalho? São R$ 3 mil por hora, assim eu também quero!”. É claro que o coro de pessoas que não convidaram o Tico e o Teco para o debate logo concordaram que isso era um absurdo e que o sujeito estava com a vida ganha.
