Acabei de ler “Do good design: how designers can change the world”, do vice-presidente da ICOGRADA* David Berman e confesso que fiquei bastante impressionada. Não que o livro contenha grandes …
A história das listras
Essas informações podem ser bastante úteis para quem trabalha com design gráfico, artes, ilustrações ou qualquer área da comunicação visual.
O livro se chama “The devil’s cloth: a history of stripes” e foi escrito pelo historiador de arte francês Michel Pastoureau (ele também estudou a história de várias cores que já estão na minha lista – sem trocadilhos).
O civilizado
Qual é o contrário do espontâneo? Eu diria que é o civilizado. Concorda?
Balzac e a costureirinha chinesa
Resenha de um livro interessantíssimo sobre a Revolução Cultural chinesa.
Entrevista Record News
Conforme prometido, segue o vídeo da minha participação no Programa Educação e Cidadania, da jornalista Maria Odete Olsen, na Record News. Apesar da produção ter solicitado bastante material sobre o …
O espontâneo
Você acha que ser espontâneo é uma qualidade?
O morro dos ventos uivantes
Há um mês, quando me mudei, fiz uma “limpa” na estante e o Conrado fez o mesmo. O resultado foi que toneladas de livros migraram para o sebo. A parte …
Explicando a piada…
Acho trágico ter que explicar uma piada, mas, pelos comentários do post anterior, vejo-me compelida a fazer isso. Infelizmente o sarcasmo e a ironia são artes perdidas, as pessoas tendem a tomar tudo ao pé da letra…
Esses estagiários…
Olha só a propaganda de uma livraria virtual que recebi por e-mail. Aqui o frete não é grátis; é grátes. Será uma nova e desconhecida modalidade?
Da série spams bizarros
Juro que não entendi quando vi isso na minha caixa postal. Será que tem alguma mensagem que eu não consegui captar? Pinguins a mil por hora e com flores no …
Sobre garrafinhas
Ano passado, quando o Conrado foi para a Alemanha a trabalho, pedi para ele me trazer uma garrafinha bem bacana para carregar água. É que bebo pelo menos meio litro …
O andar do bêbado
Resenha do livro “O andar do bêbado”, de Leonard Mlodinow.





