Tá bom, você, como eu, não consegue mais ouvir sobre o tal foco no cliente. É um tal de “nossa empresa tem foco no cliente, viu? Nós acordamos, comemos, trabalhamos, …
Será que você é um iconoclasta?
O conceito de iconoclasta é antigo e foi usado pela primeira vez para descrever o imperador Leo II, de Constantinopla. Mas Gregory Berns atualizou a ideia e ela se encaixa perfeitamente aos tempos atuais. Quer saber se você também é um iconoclasta? Leia aqui!
Faça como Steve Jobs
Em busca de um jeito melhor de apresentar e organizar minhas ideias, comprei “Faça como Steve Jobs e realize apresentações incríveis em qualquer situação“, de Carmine Gallo. Nossa, se todo …
Dicionário analógico
Você conhece o dicionário analógico? Não tem nada a ver com o contrário de digital!
Pensar ou ter razão?
Em 1909, Harry Gordon Selfridge, fundador de uma loja de departamentos em Londres, cunhou a seguinte máxima para motivar seus funcionários a serem gentis: “o cliente tem sempre razão“. Desde …
Os logos não são tudo aquilo que se pensava
Acabei de ler “A lógica do consumo: verdades e mentiras sobre o que compramos” e estou encantada, assustada, perplexa, curiosa e cheia de palavras. Pena que a versão brasileira não conseguiu achar nada equivalente para traduzir a grande sacada que é “Buyology”, o título original.
O volume, escrito pelo consultor dinamarquês especializado em global branding, Martin Lindstrom, deveria ser leitura obrigatória para todo mundo que trabalha com marketing, design ou propaganda. É que o sujeito conseguiu parceiros suficientes para organizar o maior estudo até então feito sobre neuromarketing; ou seja, deu um jeito de escarafunchar nosso cérebro para descobrir como tomamos as decisões de compra.Baseada nessa e em outras pesquisas (uma delas provou que aquelas figuras escabrosas que aparecem nas embalagens mostrando os efeitos deletérios do cigarro acendem as áreas relacionadas ao prazer no subconsciente dos fumantes), Lindstrom conclui que os anúncios que mais incitam uma pessoa a fumar são aqueles com advertências. Bonés, cinzeiros e brindes com as cores da marca (mas não necessariamente com ela impressa) ajudam muito, seguidas pelas poderosas imagens subliminares sem nenhuma referência explícita à marca.
Senhoras da valsa
Cá entre nós, não é por ser minha mãe, mas essa mulher não é fraca não. Clotilde Fascioni publicou seu primeiro romance espírita (Perfume de Magnólia) há pouco mais de …
8 dicas para contratar um designer
Assino várias newsletters de sites de design, mas nem sempre consigo dar conta de ler tudo. Mas na semana passada recebi um texto da Before&After Magazine que achei interessante compartilhar …
Comer, rezar, amar
Acabei de ler o livro de Elizabeth Gilbert e posso dizer: gostei. Aliás, não gostei, adorei. É uma história comprida que começa com uma crise existencial; Liz tinha tudo: uma …
A viagem do elefante
O José Saramago era assim: ou a pessoa amava o que ele escrevia, ou não conseguia se entender muito bem com aquelas vírgulas todas e acabava deixando-o de lado. Faço …
Simplesmente vermelho
A gente vive num mundo colorido e sabe que cada cor tem seu valor, mas nenhuma é tão polêmica e cheia de personalidade como o vermelho. Por causa dela, reis, …



