Esse texto é antigo, mas como estou com nada menos de 7 questionários/entrevistas para responder (por enquanto), achei que valia ressucitá-lo. Alguns já estão fazendo tudo certinho, mas outros… *** …
Como não ser engolido pelo dragão
Recentemente fiz uma apresentação para uma empresa da área de confecções; o pessoal está muito preocupado, e com motivos. A concorrência com produtos chineses (cuja qualidade vem aumentando e o …
600 anos do Orloj
Orloj é o nome de uma torre com um relógio astronômico que fica em Praga, na República Tcheca (essa cidade está na minha lista faz tempo) que fez 600 anos …
"O cara" do design
Se há alguém que, definitivamente, fez diferença na história dos objetos, ele se chama Dieter Rams. Nascido na Alemanha e filho de um carpinteiro, Dieter sempre foi detalhista. Arquiteto, foi …
Manaus
Cheguei ontem de Manaus e o cansaço está grande. Mas quando se trabalha com gente competente, do bem e alinhada com nossos princípios, vale muito a pena. O programa de …
Diploma pra quê?
Estava na semana passada ministrando aulas em um MBA quando um funcionário da instituição, bem desanimado, comentou que um primo dele tinha até doutorado e estava ganhando uma miséria fazendo …
Chega de CAPTCHAS!
Tá bom, você, como eu, não consegue mais ouvir sobre o tal foco no cliente. É um tal de “nossa empresa tem foco no cliente, viu? Nós acordamos, comemos, trabalhamos, …
Será que você é um iconoclasta?
O conceito de iconoclasta é antigo e foi usado pela primeira vez para descrever o imperador Leo II, de Constantinopla. Mas Gregory Berns atualizou a ideia e ela se encaixa perfeitamente aos tempos atuais. Quer saber se você também é um iconoclasta? Leia aqui!
Faça como Steve Jobs
Em busca de um jeito melhor de apresentar e organizar minhas ideias, comprei “Faça como Steve Jobs e realize apresentações incríveis em qualquer situação“, de Carmine Gallo. Nossa, se todo …
Dicionário analógico
Você conhece o dicionário analógico? Não tem nada a ver com o contrário de digital!
Pensar ou ter razão?
Em 1909, Harry Gordon Selfridge, fundador de uma loja de departamentos em Londres, cunhou a seguinte máxima para motivar seus funcionários a serem gentis: “o cliente tem sempre razão“. Desde …
Os logos não são tudo aquilo que se pensava
Acabei de ler “A lógica do consumo: verdades e mentiras sobre o que compramos” e estou encantada, assustada, perplexa, curiosa e cheia de palavras. Pena que a versão brasileira não conseguiu achar nada equivalente para traduzir a grande sacada que é “Buyology”, o título original.
O volume, escrito pelo consultor dinamarquês especializado em global branding, Martin Lindstrom, deveria ser leitura obrigatória para todo mundo que trabalha com marketing, design ou propaganda. É que o sujeito conseguiu parceiros suficientes para organizar o maior estudo até então feito sobre neuromarketing; ou seja, deu um jeito de escarafunchar nosso cérebro para descobrir como tomamos as decisões de compra.Baseada nessa e em outras pesquisas (uma delas provou que aquelas figuras escabrosas que aparecem nas embalagens mostrando os efeitos deletérios do cigarro acendem as áreas relacionadas ao prazer no subconsciente dos fumantes), Lindstrom conclui que os anúncios que mais incitam uma pessoa a fumar são aqueles com advertências. Bonés, cinzeiros e brindes com as cores da marca (mas não necessariamente com ela impressa) ajudam muito, seguidas pelas poderosas imagens subliminares sem nenhuma referência explícita à marca.


