Assim como os brasileiros são apaixonados por novelas, os alemães têm verdadeira fixação por séries policiais. Na terra de Goethe, todas as livrarias têm pelo menos uma seção gigante chamada “Krimi”, que é como se chama a literatura policial por aqui. E, a exemplo das nossas novelas, que são referência mundial em qualidade, a expertise deles é em filmes que retratam situações onde um crime precisa ser desvendado (sim, aqui também tem novelas, mas são bem fraquinhas).
Pessoas na porta das lojas
Tem umas lojas que colocam manequins na porta para chamar a freguesia. Ou será que o objetivo é outro?
Sei não, dando uma olhada na minha coleção, o objetivo de colocar esses garotos-propaganda na calçada parece ser um mistério, nada a ver com atrair gente para comprar (até porque alguns são assustadores). Não sei você, mas eu adoro mistérios, principalmente os desse tipo.
Dá só uma olhada nessas figuras!
O cu do mundo
Há uns dias li uma matéria na Deutsche Welle sobre uma pesquisa que dizia que, ao contrário do resto do mundo, cujos xingamentos quase sempre têm conotação sexual, os alemães tem uma fixação por escatologia na hora de demonstrar indignação.
As 7 diferenças
Acabei de chegar em casa e, cada vez mais, percebo as diferenças entre as cultura brasileira e alemã. A ideia não é fazer concurso para ver quem é melhor ou pior, apenas observar e refletir.
Preciosas horas
Nossa, acabei de acompanhar uma discussão no Facebook que me deixou pasma. As pessoas estavam discutindo o preço que um palestrante cobra (conheço o moço apenas de nome e, pelos comentários, o valor é cerca de R$ 6 mil). Aí, uma professora universitária veio com essa: “Tudo isso por duas horas de trabalho? São R$ 3 mil por hora, assim eu também quero!”. É claro que o coro de pessoas que não convidaram o Tico e o Teco para o debate logo concordaram que isso era um absurdo e que o sujeito estava com a vida ganha.
Street art: mais moças
Apesar dos temas serem bem variados, parece que as mulheres exercem fascínio sobre os artistas de rua; é bem fácil achar motivos femininos nas ruas de Berlin.
Pirulito que não bate
Ontem aconteceu uma coisa que me fez lembrar o meu queridíssimo amigo e parceiro Tio Flávio, famoso pelas suas aulas e palestras brilhantes sobre marketing. É que o moço costuma andar com um saco de pirulitos dentro da mochila. Quando o povo está muito agitado, o Flávio distribui os confeitos e instantaneamente a paz e a atenção absoluta são restauradas no ambiente. Não é um gênio, esse rapaz?
Charles e Ray Eames
Charles e Ray eram um casal de designers americanos dos sonhos. Bonitos, charmosos, bem-relacionados e talentosíssimos, contribuíram muito para o mundo ficar mais instigante, interessante e confortável.
Banalizando vestidos
Gente, sou tão fã da Juliana Cunha que dessa vez fui obrigada a copiar e colar o último post dela. Olha só que pérola filosófica mais bem-humorada.
A porta de cada um
Fiz da minha entrada uma manifestação de boas vindas aos visitantes e passantes. A idéia é que ninguém (nem eu), conseguisse passar da soleira para dentro com a cara amarrada ou mau humor. Para mim, alto astral é tudo num lar.
Uma ópera dentro d'água
Ontem à noite fui num evento mais que inusitado: uma ópera encenada dentro de uma Stadtbad, ou seja, numa das muitas piscinas públicas de Berlin.
Dragões gigantes
Ontem foi o dia da pandorga (ou pipa, ou papagaio, como queiram) aqui em Berlin. No ex-aeroporto de Tempelhof aconteceu o primeiro festival de pandorgas gigantes, o Festival der Riesendrachen (pandorga em alemão se chama drachen, ou dragão). Segundo os organizadores, algumas peças chegavam a 40 metros de comprimento!
