Português brasileiro é uma língua linda e exótica. E, como toda língua exótica, pouca gente conhece.

50 tons de bege
Não é a primeira vez que tenho que escolher um piso para minha cozinha, mas achei que agora ia ser diferente. Estou em Berlin, cidade das mentes abertas e das …
A máquina de inovação
“A máquina de inovação: mentes e organizações na luta por diferenciação” é muito bem escrito e dá para ler numa sentada. Charles não apresenta nenhum conceito novo, mas consegue dar uma organizada geral nas informações sobre o processo de inovação nas empresas e na cabeça das pessoas de um jeito muito didático.
O homem que fazia a pedra sentir
Que os noruegueses amam esculturas é coisa que não se duvida; todos os parques da cidade têm as suas e são lindas. Mas Vigeland é seu artista mais famoso, respeitado e prolífico. Aluno de Rodin, Gustav ganhou da prefeitura da cidade um atelier e condições para trabalhar em troca de todas as obras que produzisse dali em diante (nessa época ele já era referência em sua área). Ele mesmo desenhou o projeto monumental do parque de esculturas contendo um monolito de granito de 14 metros (212 figuras humanas entalhadas) e um total de 212 esculturas (58 de bronze e o resto de granito).

Para quem vai se arriscar…
A gestão de riscos é uma das disciplinas da área de conhecimento denominada Gestão de Projetos. Na minha opinião, devia ser ensinada no primeiro grau.
O painel semântico do crime
Assim como os brasileiros são apaixonados por novelas, os alemães têm verdadeira fixação por séries policiais. Na terra de Goethe, todas as livrarias têm pelo menos uma seção gigante chamada “Krimi”, que é como se chama a literatura policial por aqui. E, a exemplo das nossas novelas, que são referência mundial em qualidade, a expertise deles é em filmes que retratam situações onde um crime precisa ser desvendado (sim, aqui também tem novelas, mas são bem fraquinhas).
Pessoas na porta das lojas
Tem umas lojas que colocam manequins na porta para chamar a freguesia. Ou será que o objetivo é outro?
Sei não, dando uma olhada na minha coleção, o objetivo de colocar esses garotos-propaganda na calçada parece ser um mistério, nada a ver com atrair gente para comprar (até porque alguns são assustadores). Não sei você, mas eu adoro mistérios, principalmente os desse tipo.
Dá só uma olhada nessas figuras!
O cu do mundo
Há uns dias li uma matéria na Deutsche Welle sobre uma pesquisa que dizia que, ao contrário do resto do mundo, cujos xingamentos quase sempre têm conotação sexual, os alemães tem uma fixação por escatologia na hora de demonstrar indignação.
Uma princesa diferente
Estou gostando mesmo do que estão fazendo com as histórias infantis; vejo uma luz no fim do túnel para mudar a visão que as meninas têm do mundo estereotipado dos contos de fadas.
Vale a pena inovar a qualquer preço?
Boa parte das organizações esqueceu-se de um ponto essencial: inovação é um meio, não um fim. O fim é seduzir o cliente e fidelizá-lo; para isso há que se entregar valor. E, não custa lembrar, inovação desmedida nem sempre é percebida como valor.
As 7 diferenças
Acabei de chegar em casa e, cada vez mais, percebo as diferenças entre as cultura brasileira e alemã. A ideia não é fazer concurso para ver quem é melhor ou pior, apenas observar e refletir.

A síndrome do público em geral
O objetivo da marca é seduzir clientes e fidelizá-los. Não tem como seduzir todo mundo e as empresas devem colocar isso na cabeça de uma vez por todas! É preciso escolher quem se quer seduzir, estudar seu comportamento, entender o que é valor para esse público e descobrir, na sua própria essência, o que pode ser usado como base para um relacionamento duradouro.
