Genial a campanha de prevenção da Fundação de Câncer de Mama de Singapura pela agência DDB. A chamada é: “você está obcecada pelas coisas certas?“.
A ideia é mostrar que, às vezes, a gente fica obcecada por partes do nosso corpo que nem são um problema tão sério, quando, na verdade, devia prestar mais atenção à saúde dos nossos peitinhos (ou peitões, em alguns casos). Os exemplos de preocupações bobas são uma espinha no rosto, umas gordurinhas a mais na retaguarda e um cabelo que acordou rebelde. O conceito é ótimo, mas o que chamou atenção mesmo foi o capricho na execução, olha só!
Essa obra espetacular está em tudo quanto é blog de propaganda e design, mas mesmo assim achei que valia a pena dar mais um reforço, afinal, o assunto é importante e sendo assim tratado com tanta genialidade, fica difícil de resistir. De qualquer maneira, obrigadão à Sabrina Mix, que me mandou também a dica pelo Google Reader!
Olha só que bacana a ideia do dono dessa loja de bicicletas na cidade de Altlandsberg, na Alemanha. Ele colocou todas as magrelas penduradas nas paredes externas do prédio, criando uma instalação muito original. Mas o que será que ele faz se você pede “aquela lá de cima, ao lado da azul?“. Acho que aqui no Brasil também iria ter o problema de aparecerem uns gatunos alpinistas na calada da noite…
Ano passado eu postei aqui o resultado de um concurso que acontece todo ano na Islândia, onde arquitetos e designers projetam torres de transmissão de energia elétrica diferentes e inovadoras. Bom, eu sou muito suspeita para dizer que o casamento entre design e engenharia elétrica é TUDO, mas vejam comigo se a coisa não ficou mesmo muito bacana.
O projeto vencedor desse ano foi feito pelo escritório americano Choi+Shine, e se chama “terra dos gigantes”. Eles mexeram um pouco na estrutura das torres e as transformaram em pessoas muitíssimo elegantes; a paisagem ficou surreal e misteriosa.
Será que algum dia eles vão colocar esses projetos em prática? Acho que seria a glória!
Fiquei sabendo pelo Like Cool, mas tem mais informações aqui.
Pena que sou um pouco traumatizada com portas diferentes (tinha bolado uma bem legalzinha para o meu antigo apê usando o buraco do olho mágico, mas o condomínio, que não possuía nenhum padrão para portas, resolveu estabelecer um só para acabar com a minha. Enfim…).
O condomínio onde eu morava não tinha nenhum senso de humor...
Bom, o criativo designer Koziel não poderia morar lá, mas ele certamente vive em um lugar onde as pessoas têm a mente mais arejada. Olha só que bacana um prédio inteiro com portas assim. Dá para aplicar em papel de parede ou vinil adesivo. Morri de inveja…
Na verdade, só não entendi muito bem o que ele fez com as maçanetas…
PS: A ideia era que ninguém entrasse na minha casa sem abrir um sorrisão (e funcionava, pelo menos com meus amigos).Pintei a porta com tinta acrílica e fiz algumas colagens (a saia foi feita com papel de presente e a máquina fotográfica colada em volta do olho mágico, tirei de uma revista especializada). Essas informações são para o caso de alguém morar num lugar com pessoas mais bem-humoradas e quiser tentar fazer a sua.
Sou uma pessoa extremamente visual e, talvez seja esse o motivo das embalagens me fascinarem tanto. Por isso, saí dando pulinhos de alegria quando fui convidada para ministrar a disciplina “Projeto experimental de embalagens” no curso de design da UNISUL. Já tinha uma vasta coleção de embalagens (tenho uma predileção especial por latinhas e caixinhas), tanto físicas como em fotos, mas achei a desculpa certa para comprar mais um monte de livros (um buracão nas minhas finanças, mas com justificativa) e agora, meu radar, antes já bem azeitado, está funcionando a milhão. Já tenho mil ideias e a certeza de que não vai dar tempo de mostrar tanta coisa em apenas 30 horas (tenho que considerar o tempo para os alunos fazerem o projeto).
Pois estava pesquisando sobre esse delicioso assunto quando encontrei o projeto de um artista americano que fez um experimento ousado e, surpreendentemente, muito bem sucedido.
Ele simplesmente transforma o lixo de New York em souvenir, vendendo-o em caixinhas pequenas de acrílico totalmente à prova de odores. O negócio fica interessante porque não há dois iguais (é lixo recolhido na rua mesmo, que ele arruma nas caixinhas como se fossem ikebanas).
O projeto começou em 2001, quando Justin Gignac discutia com amigos sobre a importância da embalagem no processo de compra. Ele se auto-desafiou então a vender uma coisa que ninguém compraria de jeito nenhum apenas trabalhando corretamente o projeto da embalagem. Lixo era a resposta, e deu muito certo.
Hoje, as famosas caixinhas possuem até edições limitadas com o lixo coletado em eventos históricos, como a convenção republicana e a posse de Obama, por exemplo. Cada caixinha custa U$ 50 e ele já vendeu 1.300 peças para 29 países. Duvida? Clica aqui!
Acabei de receber meu exemplar da abcDesign e olha só que ideia mais bacana eles tiveram: na capa tem uma sola de chuteira (de papelão) colada, mas dentro tem mais 3 modelos para escolher (já descobri que são excelentes marcadores de livros). Cada uma é mais linda que a outra e elas foram ilustradas pelos designers Eduardo Bacigalupo, Glauco Diógenes, Jorge Galvão e Lucas Vipieski.
Meu scanner está com um probleminha, mas logo mostro os outros modelos para servir de inspiração.
A revista traz também uma entrevista com o designer austríaco Stefan Sagmeister, que fala da sua carreira e seus projetos atuais. Em novembro ele virá ao Brasil convite da abcDesign, já pensou que legal?
A gente vive num mundo colorido e sabe que cada cor tem seu valor, mas nenhuma é tão polêmica e cheia de personalidade como o vermelho. Por causa dela, reis, imperadores e até cidadãos comuns fizeram intrigas, guerras, espionagem e tingiram o solo de sangue, veja só.
Sobre a epopéia do vermelho é que trata o curioso “A perfect red: empire, espionage and the quest for the color of desire“*, de Amy Greenfield. A gente não faz idéia, mas o vermelho teve participação importante na economia de países, na manutenção de impérios e até na preservação ou aniquilação de vidas.
A autora (por sinal, filha e neta de tintureiros) conta que na Idade Média, a arte de tingir tecidos era conhecida e dominada por poucos e que esse expertise era passado de pai para filho. Conseguir os pigmentos corretos e fazer com que tecidos parecessem vivos e brilhantes era um desafio formidável, se considerarmos os parcos recursos; mas não menor era a dificuldade em impedir que desbotassem. O trabalho de tintureiro, apesar de muitíssimo bem remunerado, era sacrificante; o sujeito tinha que lidar com tinas enormes, temperaturas desumanas, ácidos perigosos, gomas tóxicas e substâncias esquisitas (estercos e fluidos corporais de animais diversos eram largamente usados como componentes).
Num mundo dominado pelo cinza, bege e branco-sujo (pense nos cenários dos filmes dessa época), uma cor viva nas vestes era privilégio de poucos (nobres, ricos e sacerdotes). E de todas as cores, a mais difícil de se obter e conservar era o carmim. Pessoas comuns, mesmo que tivessem acesso, eram proibidas por lei de usar esse tom (que variava muito de aparência, indo do vermelho amarronzado ao púrpura).
Durante o renascimento, a admiração pelo escarlate passou a ser um verdadeiro fetiche, de maneira que os proprietários de roupas dessa cor eram realmente afortunados (tecidos vermelhos equivaliam quase a ouro e jóias). A importância da coisa era tamanha, que os tingidores de Lucca, na Itália, famosos pelas suas habilidades e competências, eram sentenciados de morte caso resolvessem trabalhar em outra cidade (e os reis de vários lugares viviam fazendo-lhes convites indecorosos).
Pois com apenas isso, a agência BBDO conseguiu representar a cobertura da gigante de comunicação AT&T. As mãos foram pintadas pelo artista milanês Guido Daniele e cada peça consome um dia inteiro de trabalho. A campanha começou em 2008 e vários países vêm sendo acrescentados (pena que eles não fizeram ainda o do Brasil) com bastante sucesso. A sacada, além do talento do artista, foi encontrar o ícone que simboliza cada país e representá-lo usando somente mãos (que, afinal, são quem operam os celulares da empresa).
Quem me mandou a dica (e as fotos) foi a Sabrina Mix, que está sempre achando coisas bacanas nesse nosso cyberespaço…
A arquitetura de Munique, apesar de muitos edifícios históricos, conta também com prédios modernos e muito interessantes. Olha só quantas cores e texturas dá para encontrar aqui.
Essa escola de inglês é toda estampadinha
Parede externa do Brandhorst Museum
Efeito muito interessante
Hipnotizante
Uau!
Assim nem precisa de exposição do lado de dentro...
Lindo...
Esses jardins me lembram um quadro de Monet
Agora é correr para o hotel (estamos num café, a internet lá continua ruim) e fazer as malas!
Mais umas pedaladas e fui ao Eastside Museum, na verdade um pedaço de 2 km do muro de Berlim que serviu de tela para artistas do mundo inteiro e virou um museu a céu aberto. Olha só que lindo!
São 2 km de arte
Cores e pessoas
Um grupo de italianos tirou essa foto para mim (olha a cara de contente)
Eu também queria pintar um pedaço...
Cada quadro mais lindo que o outro
Cores para uma cidade que era tão cinzenta...
Adorei esse aqui
Olha minha magrela e eu de novo!
Mais beijos e menos guerras!
Pois é, e como não podia deixar de ser, tinha uma parte onde as pessoas podiam assinar! Não perdi tempo; pedi uma caneta emprestada para uma japinha muito elegante (aliás, os turistas japoneses são, disparado, os mais estilosos) e tasquei meu nome lá. Vê se acha, está pertinho do Z.
Reza a lenda que a fazenda era de um gringo chamado Tim, eis porque o lugar agora se chama Nhô Tim, ou melhor, Instituto Inhotim.
Imagine uma fazenda mineira. Agora imagine que alguém com muuuuuuiiiito dinheiro comprou o lugar; transformou-o num jardim botânico com cinco lagos ornamentais e mais de 1200 espécies de palmeiras do mundo todo. Não contente com a obra, o sujeito ainda instala várias galerias de arte contemporânea totalmente integradas à paisagem, cujo acervo reúne mais de 500 obras de artistas de renome internacional espalhadas nos jardins e nas construções. Isso é o que virou Inhotim. Chega a arrepiar.
Coisa linda quando uma pessoa que tem muito dinheiro sabe gastá-lo bem. Desde os bebedouros públicos até os banheiros das galerias, passando pelo mobiliário da lanchonete, nada foi economizado. Até carrinhos elétricos estão disponíveis para quem tem dificuldade de andar. Há monitores em todos os lugares, muitíssimo bem treinados, educados e informados. Todos jovens nativos de uma cidadezinha próxima que carrega o singelo nome de Brumadinho.
Gente, o Brasil ainda tem jeito.
Posso dizer que vale a viagem, seja de onde for, só para visitar esse lugar. Difícil acreditar que isso existe aqui no país do jeitinho e da malandragem.
A visita começou às duas da tarde, com um almoço delicioso no restaurante local. Preços justos, lugar fantástico, louça Vista Alegre e guardanapos de linho. Garçons eficientes como há muito não vejo e atendimento impecável. Nem vou comentar a vista… vejam por vocês mesmos.
Adoro gente que pensa diferente, que exercita seus neurônios até o limite da elasticidade. Pena que não falo francês, senão iria gostar muito de trocar ideias com Jacques Carelman (ele diz que é francês de Marselha, mas o projeto está hospedado numa pasta do site de um filme argentino que não faz nenhuma menção ao nome dele; não entendi…vai ver faz parte do conceito de absurdo da obra…ehehehe).
Pois Carelman é nada menos que pintor, escultor, ilustrador e cenógrafo autodidata. Para se divertir, ele cria coleções de objetos impossíveis que já foram expostas em vários lugares do mundo, inclusive o Museu do Louvre (eu nunca tinha ouvido falar e o catálogo é de 1969). Olha aqui uma amostra do trabalho do homem. Tem mais aqui.
Já pensou em inventar os seus objetos impossíveis?
Não descobri de quem é essa foto. Se alguém souber, escreva!
Pelo jeito tem bastante gente trabalhando nesse feriado de chuva… a ótima Renata Rubim, inspirada num post que publiquei há alguns dias, resolveu fazer uma pesquisa no twitter para ver que cores as pessoas associam aos sentimentos.
Ela já perguntou sobre a cor do lamento, da preguiça, da vontade de competir. Estou curiosíssima para ver os resultados. Quer participar? Segue a Renata via twitter clicando aqui!
Nossa, olha só o desafio que o designer Pavel Fuksa recebeu: ele tinha que criar 178 desenhos para estampar caixinhas de fósforo, tudo no estilo vintage. Elas serviriam para ilustrar um clipe musical da banda Navigators. De onde será que o rapaz tirou tanta ideia?
O clipe parece bem caseiro, mas as caixinhas dão show. Olha como ficou o resultado!
Tem gente que não se contenta e ver uma cidade linda, tem que participar para fazê-la ficar ainda mais interessante. Pois o designer Evol transformou em miniatura de prédios de apartamentos todas as formas cúbicas que encontrou pela cidade, criando surpresas charmosas pelas ruas. Não ficou um charme?
Essa semana fui ver “Abraços partidos“, do Almodóvar. Adoro o jeito bem-humorado como ele conta as histórias tristes; adoro as atrizes que ele escolhe (principalmente as coadjuvantes), adoro tudo. Sem falar que a Penélope Cruz está cada dia mais linda e charmosa.
Esse não é o melhor Almodóvar que eu vi, mas é muito bom. Mesmo.
O Thiago Suiten mandou o link para um curta metragem muito original e bem feito! Conta a história de um escritor que morreu e virou gato. Ele anda pela Freguesia do Ó e frequenta várias casas. O gato é a cara do Haroldo e tem a voz de ninguém menos que o Selton Melo. Não dá para perder de jeito nenhum, eu adorei! Obrigadão, viu, Thiago?
Nossa, que notícia ótima: o Morandini, designer, ilustrador e artista plástico de quem sou fã ardorosa, venceu a votação popular no concurso de design das medalhas para o Youth Olympic Games, a ser realizado em agosto de 2010 em Cingapura. Entre concorrentes do mundo todo, o projeto dele foi classificado em primeiro lugar, indo para a final com mais 9 participantes. As 10 propostas finalistas serão avaliadas por uma comissão julgadora do COI — Comitê Olímpico Internacional, que escolherá o projeto vencedor. As concorrentes estão todas aqui e acho que elas não têm nenhuma chance. Agora é só torcer!!!
Parabéns, rapax! Estamos aqui explodindo de orgulho!
Penso que o mundo seria um lugar melhor (ou pelo menos mais agradável) se as pessoas fossem mais bem-humoradas. Sem dúvida, a arte de rua ajuda muito a começar o dia com um sorriso. Veja se você resistiria a essa paisagem, mesmo que estivesse indo ao trabalho de manhã, em um ônibus cheio.
E, se você reparar bem, é só um vaso, sem nada de especial (exceto o senso de humor de quem pensou no efeito). Sutil, engraçado, pitoresco, ótimo. Adorei!
A cena é de uma rua de Antuérpia, na Bélgica. Achei no Wooster Collective.
Como é que alguém consegue desenhar um gatinho com tão poucas pinceladas? Pois o chinês Cheng Yan consegue fazer isso com as técnicas de desenho da sua cultura. Achei essa lindeza no Modern Cat.
O diretor de arte italiano Fabrizio Sclavi é cadeirante, mas nem por isso menos fashion e descolado. Pois ele encomendou uma cadeira de rodas personalizada e diferente para o designer e arquiteto Sergio Calatroni. Olha só que linda ficou! Achei uma coisa meio assim, Almodóvar… adorei!
Olha só a sacada da designer Victoria Fang: ela pegou uma cadeira antiga e instalou uma cauda de pavão completa equipada com alguns sensores e dispositivos. Quando a pessoa senta, a cauda se abre. Achei a minha cara…eheheh…
Faz um tempo eu quis fazer uma inovação na porta do meu apartamento e fiquei um pouco traumatizada com a ira provocada no condomínio, a ponto de me obrigar a trocar a coitada (detesto briga e menos ainda gente com raiva de mim).
Mas agora vi a porta da Regininha (Regina Carvalho, professora aposentada da UFSC, me deu aula de português no curso de engenharia) que também mora aqui no Arquipélago e olha só que coisa mais linda! Ela se inspirou em Mondrian e pintou a porta por dentro (esperta, ela).
Adorei a ideia e o resultado, estiloso no úrtimo!!!
Só não ponho o link da artista porque o blog dela é só para convidados. Desculpa aí se sou chique, viu?
O Lindomar, de Belém, me pediu para falar sobre as relações entre arte e design (é tema do TCC dele) e eu achava que já tinha publicado algo a respeito nesse blog. Não encontrei a coluna (que está no meu livro “O design do designer“). Então segue o texto, ok, Lindomar?
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Minha atração pelo design começou na arte. Quanto mais lia a respeito dos dois, mais via autores se engalfinharem na discussão sobre se um era outro e o outro era um. Gostei do tema e gastei dúzias de conexões neuronais pensando sobre as diferenças entre ambos até formular uma explicação cartesiana (bem a minha cara) que me deixou satisfeita até ontem à noite, mais exatamente, até às 23h40.
O tempo continua feio, mas nem por isso a gente precisa se esquecer que é primavera. Olha só as fotos sensacionais que encontrei do genial fotógrafo Peter Lippmann. As flores imitam roupas e, claro, não são de verdade, mas, mesmo assim, não são lindas?
Só porque o céu está monocromático, não vamos desprezar a chegada da primavera. Para dar as minhas boas-vindas, escolhi os sapatos-flor do fotógrafo Michel Tcherevkoff. Achei no recém-descoberto e ótimo Talkz.
Nossa, a minha mãe me mandou um e-mail com as obras de uma artista italiana que transforma pedras em gatinhos, cachorros e bichos de todo tipo. Pesquisei um pouco e encontrei o site da Ernestina Galinna. Olha os gatos que essa mulher consegue fazer! Não é incrível?
Adoro a abcDesign não só porque eles fazem a gentileza de me mandar a revista de presente a cada edição (eu já gostava antes, quando tinha que comprá-la), mas também porque além de linda e bem acabada, eles sempre usam papeis bem bacanas (e eu A-M-O papel). Pois falando no tal, li na newsletter que eles estão preparando uma matéria especial sobre artistas e designers que usam o papel como suporte. E chegaram na Mayuko Fujino, que utiliza a técnica de paper cutout e colagem. Ela mora no Japão e aprendeu sozinha essa técnica oriental, que usa uma ferramenta especial para os cortes delicados. Olha só que coisas lindas essa mulher consegue fazer só usando papel, cola, a tal tesoura especial e seu “célebro” para lá de iluminado!
Eu sei que a moda agora é não gerar lixo nenhum. Mas como isso é impossível, pelo menos vamos gerar lixo com estilo, né, minha gente? Por que conviver com aqueles sacos pretos sinistros se não somos mafiosos querendo esconder corpos? A empresa britânica Suck UK também acha, e por isso comercializa os modelos criados pela wieden + kennedy. Gostei do saco de peixinhos! Achei no designer blog.
Banksy é o pseudônimo de um famoso artista britânico que encerra um mistério. Ninguém sabe ao certo sua identidade, mas o sujeito anda pelo mundo pintando obras de arte pelos muros que encontra. Banksy é satírico, irônico, inteligente e muito bem-humorado. Na minha opinião, genial. A mais recentes maravilhas do moço foram feitas em comunidades pobres de Mali, na África. Veja se ele não é mesmo o máximo! Achei no Visual Culture.
Há quem reclame dos males da Internet, mas eu só tenho elogios para essa ferramenta que me permite conhecer virtualmente gente que eu dificilmente teria oportunidade de conviver. Pois um desses casos é a designer e ilustradora Mônica Fuchshuber. Faz tempo que admiro o trabalho da moça, mas agora recebi uma surpresa ensolarada. A Mônica me mandou de presente essa canga linda, com estampas dela, autógrafo e tudo!
Pena que aqui em Floripa está um friozão (previsão para chuva no final de semana) e vou ficar namorando o presente por mais alguns meses antes dele ver uma areia…
Você gosta de desenhar? Eu adoro! Então olha só que dica bacana eu ganhei do ilustrador Rodrigo Tramonte. Dia 11 de julho, na Praça XV em Floripa, todo mundo que é chegado em um lápis vai se reunir para uma Maratona de Desenho.
O evento faz parte do movimento cultural chamado SketchCrawl que reúne artistas do mundo inteiro para o mesmo objetivo: desenhar ao ar livre de maneira descompromissada. Isso quer dizer que nesse sábado, desenhadores vão estar fazendo a mesma coisa em várias cidades do mundo. Qualquer pessoa pode participar, basta apenas pegar seus materiais de desenho e ficar próximo aos outros artistas.
Esse desenho aí em cima é meu mesmo (aquarela, nanquim, tinta acrílica e pastel oleoso).
Já tinha ouvido falar que os nordestinos são muito generosos, mas alguns se superam. Vi uma ilustração do designer maranhense Márcio Guimarães no blog do próprio e comentei que era uma boa ideia para aplicar em vinil em alguma parede tristinha. Não é que o Márcio me mandou os arquivos originais em Illustrator? Não é um fofo? Olha só que bolinhas mais lindas…