Se tem uma coisa que eu amo fazer nessa vida é dançar. Pena que não sou muito da noite e as baladas dançantes começam muito tarde. Por que essas coisas não começam às 9 da noite para a gente dançar até se acabar e ainda prestar para alguma coisa no dia seguinte?
Agora achei esse vídeo que faz uma montagem fantástica de filmes com cenas de dança. Dá uma olhada só para ver o que o artista conseguiu achar no baú de preciosidades: tem de Grease a Flashdance, passando por Pulp Fiction, True Lies, Embalos de sábado à noite, Dançando na chuva, Sete noivas para sete irmãos, O sol da meia noite e mais um montão de achados sensacionais. As cenas (mais de 40) foram encaixadas direitinho como se todos estivessem dançando Footlose. Dá para assistir várias vezes sem enjoar. Adorei!
Relutei em postar mais uma palestra do TED (está ficando chato tanto vídeo), mas essa é imperdível mesmo. David Logan fala sobre as relações sociais e que todos nós fazemos parte de tribos. Existem 5 níveis diferentes; em qual deles você está?
Andei assistindo a um montão de palestras do projeto TEDx (Technology, Entertainment & Design) para uns cursos que estou preparando (nossa, dá para gastar dias, é tudo muito interessante). Aí esbarrei nesse vídeo aqui, onde Johanna Blakley mostra que, no mundo da moda, essa história de direitos autorais não pegou simplesmente porque a aplicação é inviável.
Em vez de prejudicar os designers, o negócio só faz crescer e fazer todo mundo ganhar dinheiro, ao contrário das indústrias onde as pessoas ainda se preocupam com isso.
A moça estuda o impacto da propriedade intelectual sobre a inovação e concordo com ela quando diz que temos que repensar essa questão; o mundo mudou muito e as receitas velhas não estão mais servindo. Os argumentos são matadores, vale muito a pena assistir.
Você pode selecionar legendas em português no rodapé do vídeo. São só 15 minutos para mostrar um outro ponto de vista sobre coisas que você achava que já sabia. Puro TEDx!
Ontem foi o Dia do Motociclista e, mesmo não dando para viajar, a data não passou em branco: dei uma entrevista no programa Ver Mais da RIC Record SC e ganhei uma caricatura bem engraçada do Rodrigo Tramonte. Ambos estão no blog duasmotos, vai lá dar uma olhada!
Está todo mundo no mundinho virtual rindo da apresentadora Fernanda Gentil (nome bem adequado) por causa da cena abaixo (veja o vídeo, é bem curtinho). Não rio porque é exatamente o tipo de coisa que eu faria (bem a minha cara). Principalmente considerando meus antecedentes. Leia meu relato e veja se não é mesmo…
Uma vez fui ajudar um cego a atravessar a rua e perguntei aonde ele estava indo. Ele falou e ofereci-me gentilmente para ajudá-lo (ele me deu o nome de uma loja ou coisa assim, que ficava no calçadão). Pois fomos e me empolguei no papo (sempre pergunto como a pessoa ficou cega, sei que é indiscrição, mas nunca ninguém se mostrou ofendido) e caminhamos, caminhamos, caminhamos… Ele comentou que estava demorando demais e não era tão longe, de maneira que começamos a voltar e refazer o caminho. Só para constatar depois que a loja era quase na frente do local onde começamos a andar e a cegueta aqui não tinha visto…ehehehe… ainda bem que o sujeito era da paz e não reclamou da mancada!
Ela não é a maior e nem a mais completa; mas é a mais espetacular. Estou falando da biblioteca particular do milionário americano Jay Walker (deve ser primo do Johnnie…ehehe), uma das 50 pessoas mais influentes no mundo segundo a revista Times. O sujeito ficou rico usando a inteligência no sentido clássico mesmo; ele é dono de nada menos que 500 patentes importantes e de um conglomerado de empresas de tecnologia. Pois o cara resolveu montar o que ele chama de Biblioteca da Imaginação Humana, que reúne o que há de mais importante em cinco mil anos de civilização (segundo os critérios dele).
Assim, a biblioteca não se limita a ter livros: lá tem uma bandeira americana que foi à lua e depois voltou; a coleção abriga um dos satélites originais Sputnik e até guarda até a Bíblia de Gutemberg. Aliás, sobre a Bíblia, ele explicou, na palestra que deu no TED em 2008, que a prensa de tipos móveis de Gutemberg só revolucionou a história do conhecimento humano porque a Igreja Católica precisava de dinheiro e resolveu vender indulgências (que nada mais eram do que pedaços de papel com a declaração de perdão por escrito). Com a invenção de Gutemberg eles se deram conta de que, em vez de escrever uma por uma, podiam ampliar a produção a níveis estratosféricos, pois, como diz o próprio Jay, imprimir indulgências era como imprimir dinheiro. Inclusive, esse foi o estopim para que Martinho Lutero protestasse contra o absurdo (entre outras barbaridades que o incomodavam) e fundasse a Igreja Protestante.
Jay reforça que, de alguma maneira, todos acabamos levando vantagem com essa, digamos, esperteza religiosa. Sem isso, estaríamos escrevendo livros a mão até hoje. É que a invenção de Gutemberg estava fadada ao fracasso — é que, naquela época, quase ninguém sabia ler.
Aqui tem uma entrevista com o Jay Walker (em inglês), mais uma reportagem da revista Wired aqui e aqui tem a palestra que ele deu no TED em 2008 (dá para assistir com legendas em português, é só selecionar). Abaixo, um vídeo muito bem feito que faz um tour por esse paraíso na terra…
Se tem uma coisa que eu gosto de ver é gente rica que sabe gastar dinheiro em arte e em promoção de conhecimento. Sou fã.
O Rodrigo tem bastante experiência em ilustrações e caricaturas e, para mim, o trabalho dele mais marcante foi a animação que ele fez para um casamento. Em vez do praticamente já tradicional Powerpoint com fotos dos pombinhos, ele bolou uma historinha com caricaturas animadas contando a história do casal. Assim fica bem personalizado, divertido e não tem convidado que não goste. Assista aqui e tente imaginar a sua história contada assim.
Há algumas semanas dei uma entrevista de uns 15 minutos para a ótima Camila Olivo do programa Studio36 (TVCOM SC), uma das melhores entrevistadoras que já conheci. Para quem tiver curiosidade de ver as dicas, dividi o vídeo em duas partes para não ficar muito pesado.
Na segunda parte, fui obrigada a me autoconceder um “Troféu Sem Noção“, pois me empolguei e acabei falando o que não devia. Onde já se viu uma pessoa dar uma entrevista na televisão e dizer que não tem televisão? Tentei consertar e virou um mico….rsrsrsrsrsss… ainda bem que a apresentadora era muito elegante e deixou por isso…rsrsrsrsrs…
Nossa, olha só o desafio que o designer Pavel Fuksa recebeu: ele tinha que criar 178 desenhos para estampar caixinhas de fósforo, tudo no estilo vintage. Elas serviriam para ilustrar um clipe musical da banda Navigators. De onde será que o rapaz tirou tanta ideia?
O clipe parece bem caseiro, mas as caixinhas dão show. Olha como ficou o resultado!
Conforme prometido, segue o vídeo da minha participação no Programa Educação e Cidadania, da jornalista Maria Odete Olsen, na Record News. Apesar da produção ter solicitado bastante material sobre o duasmotos, na entrevista conversamos apenas sobre o livro que vou lançar dia 11 de março aqui em Florianópolis, o Atitude Profissional: Dicas para quem está começando.
Foi uma oportunidade muito bacana e penso que o livro tinha mesmo mais a ver com o conceito e título do programa. Olha como ficou!
O Thiago Suiten mandou o link para um curta metragem muito original e bem feito! Conta a história de um escritor que morreu e virou gato. Ele anda pela Freguesia do Ó e frequenta várias casas. O gato é a cara do Haroldo e tem a voz de ninguém menos que o Selton Melo. Não dá para perder de jeito nenhum, eu adorei! Obrigadão, viu, Thiago?
Olha só o que eu achei no tudibão, blog da Sílvia Zampar: uma propaganda da ração para gatos Whiskas que está sendo veiculada na Austrália. Eles criaram uma gatinha virtual que se comporta igualzinho a um gato de verdade (é o próprio Haroldo em versão pink). Olha que fofura!
Sempre tive uma ligação muito forte com papel: gosto do cheiro, da textura, das palavras, das cores…
Desde pequena, quando pego um livro na mão, o mundo pode se acabar que eu nem reparo; estou em outro lugar, lá dentro da história. Gosto mais de ler do que ir ao cinema ou ver TV, pois, na minha imaginação, os cenários são mais ricos e as histórias, mais interessantes.
Livros são coisas vivas, organismos pulsantes e cheios de surpresas. Pois o New Zealand Book Council veiculou uma propaganda que consegue traduzir essas sensações de uma maneira como eu nunca tinha visto antes, numa peça chamada “Onde os livros ganham vida“.
Vi isso e quase não acreditei, parece montagem! A coruja muda de aparência conforme a ameaça que precisa enfrentar. No modelito número 1, parece o Haroldo recebendo visitantes. O modelito número 2 é impressionante, meu preferido. Olha as caras e bocas que a criatura consegue fazer!
Olha só que vídeo mais bacana eu achei no Amenidades do Design. É uma campanha para divulgar o jornal New York Times na Turquia que mostra os prédios e monumentos feitos de jornal. Nota 10 para a agência Leo Burnet!
Se tem uma escada rolante ao lado de uma normal, todo mundo vai de rolante, certo? Exceto se a escada normal for mais divertida. Essa foi a conclusão que o pessoal chegou depois que transformou uma escada em um piano. Eles acreditam (e eu concordo) que podem mudar o comportamento das pessoas se oferecerem mais diversão e chamam isso de Fun Theory. Aqui está a prova!
Adoro gente bem-humorada e já diz o genial Luís Fernando Veríssimo que uma pessoa só é realmente livre quando não tem medo do ridículo. Pois vi esse vídeo e pensei que adoraria ser convidada (ou até madrinha) de um casamento assim. Nada da choradeira habitual, tudo de alto astral! E que amigos bacanas esse casal tem. E você, o que acha?
Sempre achei que trabalhar em casa era tudo de ótimo (ainda mais com um companheiro de escritório como o Haroldo), mas estou começando a torcer para que meus contratos em outros estados comecem a pipocar e eu comece a viajar mais.
É que estão construindo um prédio ao lado do meu apartamento e marretas não são propriamente o fundo musical mais inspirador que alguém pode ter. Depois da preparação inicial da área com furadeiras gigantes e da construção ruidosa de um prédio de 5 andares, agora resolveram fazer alguma coisa no meio do terreno que exige a participação imprescindível de um bate-estaca ensurdecedor, como é da natureza dos bate-estacas. Cada vez que a coisa entra em ação, a minha mesa treme. Fiz até um filminho para compartilhar com vocês esse momento zen da minha vida…
Para completar, por algum motivo obscuro, agora o Youtube não deixa mais publicar os vídeos em blogs. Só posso colocar o link. Então tá. Vai lá e curte o som…
Olha só, o Haroldo não está gostando nada dessa trilha sonora…
Já que essa semana decidi falar sobre o trânsito, aqui vai mais uma. O designer Preto (não tenho mais informações, apenas esse nome), deixou um comentário no AcontecendoAqui (também publico minha coluna lá) indicando um filminho ótimo que simula a maneira como o briefing seria feito caso designers desenhassem sinais de trânsito. É hilário, clique aqui e divirta-se (e chore, pois a vida real não fica muito longe disso).
O cliente acha que seu design está muito simples? Que a marca dele ficou pequena demais? Que precisa de mais efeitos especiais? Pois é, foi pensando nisso que a agência americana Fusion criou uma série de produtos que parecem ter saído do laboratório de desenvolvimento das Organizações Tabajara. Veja o comercial no Youtube e divirta-se!